Quadro Saúde Mental

Queda de cabelo pode ser gerada por doenças emocionais ou estresse

Apesar do ditado “é dos carecas que elas gostam mais”, ninguém quer perder os cabelos. Mas o problema não é mais um bicho de sete cabeças. Atualmente existem diferentes formas de tratamento, desde o uso de medicamentos orais, loções e até mesmo o transplante. Os especialistas afirmam que a calvície não tem cura, mas tem tratamento e controle. A pessoa pode estabilizar a perda de cabelo, e, em alguns casos, é possível reverter e até ganhar volume.

A alopécia androgenética, como o nome científico do problema indica, tem causas hereditárias. Algumas pessoas nascem com maior propensão ao raleamento e afinamento dos fios. Isso ocorre porque os receptores de testosterona nos fios são aumentados, fazendo com que haja maior absorção do hormônio masculino, que, em excesso, leva à perda capilar. Na realidade, é preciso ficar atento para saber se o que está acontecendo é mesmo calvície ou outro problema que pode estar causando a queda do cabelo. Por exemplo, o estresse é um fator importante a ser considerado. Além disso, a queda dos fios também pode ser causada por alteração do estado emocional, estresse, doença da tireoide, distúrbios nutricionais (devido a dietas muito restritivas) e alterações hormonais.

As cirurgias e os partos, no caso das mulheres, também podem levar à queda capilar. Devido a isso, é importante que saibam que sem uma definição adequada do motivo que levou à queda de cabelo, o tratamento pode não ser específico ou efetivo. E por isso a avaliação do dermatologista é fundamental para estabelecer um melhor plano de tratamento.

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